Atos de Fé
Conteúdos que estimulem a reflexão sobre o dia a dia do viver cristão.
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sexta-feira, 25 de maio de 2012
Pornografia e o Cristianismo
A Pornografia e o Cristão
Alguém já disse que é mais fácil reconhecer a pornografia do que defini-la. Os dicionários nos dizem que pornografia é o caráter imoral ou obsceno de uma publicação. Material pornográfico é aquele que descreve ou retrata atos ou episódios obscenos ou imorais, desde a nudez erótica até cenas de sexo explícito.
A pornografia é extremamente popular no mundo de hoje. Mensalmente, cerca de 8 milhões de cópias de revistas pornográficas circulam no Brasil. Em 1994 a venda de vídeos pornô chegou perto de 500 milhões de dólares. Segundo uma pesquisa, em 1992, 1 a cada 4 brasileiros assistiu a um filme de sexo explícito. O mesmo fizeram 13% das mulheres entrevistadas. Em 1995 esse número dobrou para os homens e aumentou um pouco em relação às mulheres.
Existe uma imensa facilidade para se conseguir material pornográfico no mundo de hoje. Como na maioria dos demais países "civilizados" material pornográfico pode ser encontrado e consumido facilmente no Brasil em diversas formas: cinema, canais abertos de televisão, televisão a cabo e no sistema "pay-per-view", Internet, fitas de vídeo, CD-ROMs com material pornográfico, gravuras, exposições de arte erótica, livros, revistas e videogames, entre outros. Parece não haver fim à criatividade do homem em utilizar-se dos avanços tecnológicos para a difusão da pornografia. Como disse o escritor francês Restif de la Bretone no século 18, "La dépravation suit le progrès des lumières" ("A depravação segue o progresso das luzes").
Muito embora os evangélicos em geral sejam contra a pornografia (alguns apenas instintivamente) nem todos estão conscientes do perigo que ela representa. Menciono alguns deles em seguida:
É violar os princípios bíblicos estabelecidos por Deus para proteger a família, a pureza e os valores morais. A própria palavra "pornografia" nos aponta esse realidade. Ela vem da palavra grega pornéia, que é usada no Novo Testamento para a prática de relações sexuais ilícitas, imoralidade ou impureza sexual em geral. A Bíblia claramente condena a pornéia: ela é fruto da carne, procede do coração corrupto do homem, é uma ameaça à pureza sexual e devemos fugir dela, pois os que a praticam não herdarão o reino de Deus. A pornografia explora exatamente as formas de sexualidade condenadas por Deus: adultério, prostituição, homossexualismo. Há até mesmo a pornografia infantil.
É contribuir para uma das indústrias mais florescentes do mundo e que, não poucas vezes, é controlada pelo crime organizado. Segundo um relatório oficial em 1986, a indústria pornográfica nos Estados Unidos é a terceira maior fonte de renda para o crime organizado, depois do jogo e das drogas, movimentando de 8 a 10 bilhões de dólares por ano.
É contribuir para a escalada de violência e assédio sexuais contra a mulher. Vários dos temas mais comuns em pornografia do tipo hardcore incluem cenas de seqüestro e estupro de mulheres, geralmente com espancamento e tortura, além de outras formas obscenas de degradação. A mensagem que a pornografia passa aos consumidores é que quando a mulher diz "não" na verdade está dizendo "sim", e que se o estuprador insistir, ela não somente aceitará como também passará a gostar.
O efeito da pornografia é devastador na personalidade humana. Homens viciados em pornografia têm dificuldades em amar a esposa e manter um relacionamento sexual adequado com ela. Pornografia provoca insatisfação com o casamento, cria um mundo de fantasias eróticas e devaneios sexuais, enfraquece a vontade de ser santo e puro, estimula a prática das aberrações sexuais que retrata, insensibiliza quanto à violência e à degradação à qual as mulheres são submetidas, passa a idéia de que a violência sexual, o estupro, o abuso, e a degradação da mulher são coisas normais e até desejáveis por elas mesmas e abre a porta para outras formas de degradação moral. Não são poucos os relatórios feitos por comissões de pesquisadores que denunciam a estreita relação entre a pornografia e a crescente onda de estupros, assédio sexual e exploração infantil nos países "civilizados". De fato, "o salário do pecado é a morte" (Rm 6.26).
Acredito que os pastores e as igrejas evangélicas no Brasil podem fazer algumas coisas: ler os estudos e relatórios sobre os efeitos da pornografia feitos por comissões especializadas; pregar sobre o assunto e especialmente dar estudos para grupos de homens; desenvolver uma estratégia pastoral para ajudar os membros das igrejas que são adictos à pornografia; desenvolver uma abordagem que trate da sexualidade de forma bíblica, positiva e criativa; tratar desses temas desde cedo com os adolescentes da Igreja expondo o ensino bíblico de forma positiva; orar especificamente pelo problema.
Que Deus nos dê mentes e vidas puras! Que ele conceda que nossos casamentos sejam puros e felizes e que nossos filhos cresçam de forma sexualmente sadia.
Autor: Rev. Augustus Nicodemus Lopes
Doutor em Novo Testamento, é professor de Exegese do Sem. Presbit. José Manoel da Conceição, em São Paulo e Diretor do Centro Presbit. de Pós-Graduação Andrew Jumper, São Paulo.
Disponível em: http://www.estudosgospel.com.br/estudos/diversos/a-pornografia-e-o-cristao.html
domingo, 19 de fevereiro de 2012
O bom lugar do Sermão
"Atualmente, não existe, talvez, nenhuma privação maior infligida contra a raça humana nos países civilizados e livres do que a necessidade de escutar sermões. Ninguém nesses países possui anualmente, a não ser um clérigo pregador, a autoridade de obrigar um auditório de se sentar em silêncio para ser atormentado. Ninguém, a não ser um clérigo pregador, pode se deleitar em lugares-comuns, truísmos e não-truísmos, e ainda receber, como seu privilégio indisputado, a mesma atenção respeitosa como se dos seus lábios saíssem palavras de eloquência apaixonada ou de lógica persuasiva. Se um catedrático de Direito ou de Física subir do palco num salão de conferência e derramar palavras insípidas e frases vazias e inúteis, as derramará sobre cadeiras vazias. Se um advogado tentar falar sem se expressar bem, terá raras oportunidades de falar. a recomendação do juiz terá de ser escutada obrigatoriamente somente pelo juri, pelo réu ou pelo carcereiro. um membro do Parlamento pode ser eliminado por vaias ou votos. Os vereadores podem ser boicotados. Mas ninguém consegue se ver livre do clérigo pregador. É ele o enfado dos nossos tempos [...] o pesadelo que perturba o repouso dominical, a incumbência que sobrecarrega a religião e torna desagradável o culto prestado a Deus. Não somos obrigados a entrar na igreja! Não, mas desejamos mais do que isso. Desejamos não ser obrigados a ficar fora. Desejamos, e nisto estamos resolutos, desfrutar do consolo da adoração pública, mas também desejamos fazer isso sem uma quantidade de tédio que a natureza humana comum não consegue suportar com paciência; desejamos, na hora de sair da casa de Deus, não ter aquele desejo ansioso de fugir - que é a consequência comum dos sermões vulgares".
Anthony Trollope na voz do personagem reverendo Obadiah Slope, na obra: "Barchester Towers".
domingo, 12 de fevereiro de 2012
QUANDO O GRITAR FAZ PARTE
"Assim o meu coração se azedou, e sinto picadas nos meus rins". Salmos 73:21
Esta expressão produziu em mim algumas reflexões. Foi dita por Asafe. Quem era Asafe? Era um jovem sacerdote da tribo de Levi, quando Davi trouxe a Arca da Aliança até Jerusalém cerca de 1000-995 aC. Seu pai, Berequias foi nomeado porteiro da Arca, e Asafe era tão talentoso que Davi o pôs no comando da música diante da Arca da Aliança junto com Hemã e Etã (1 Cr. 6.31-40). Ele era ajudado por seu irmão Zacarias. Talvez tivesse vinte anos nesta época. A tenda principal, os sacerdotes mais antigos e os levitas estavam em Gibeom, mas Asafe estava no comando da música em Jerusalém, onde a Arca e o Rei estavam. Sabemos que Asafe foi mantido nessa posição pelo menos até a dedicação do Templo de Jerusalém - quarenta anos mais tarde. Seu nome é encontrado no título de doze salmos - Salmos 50; 73 a 83, indicando que provavelmente são partes de uma cantata, composta por ele ou para ele. Muitos de seus salmos foram cantados durante o avivamento na época do rei Ezequias - 2 Cr. 29.30.
Mas o que me chamou a atenção era: como um homem com tamanha experiência espiritual, que vivenciou grandes momentos em sua carreira de Ministro do Louvor, responsável pela música nas celebrações, homem de grande reconhecimento por parte dos seus liderados e da congregação - "homem de quatro costados" - como bem diria o pastor e professor Enemésio se estivéssemos em alguma de suas maravilhosas aulas no Seminário Teológico Batista de Teresina - poderia ter elaborado um salmo tão, a primeira vista, negativo ou de desabafo? Não quero aqui entrar, hoje, na questão da composição ou elementos outros de cunho exegético. Mas gostaria de enfatizar a coragem de Asafe em gritar todo o descontentamento que trazia consigo durante os muitos anos de serviço. Quero, nestas poucas linhas, destacar a necessidade que temos, em muitas situações pelas quais passamos , de sermos honestos com Deus e conosco mesmo. A necessidade de abrirmos nossos corações e dizermos, bradarmos, gritarmos, expormos, reverberarmos tudo o que pensamos que seria mas que não é! E por que fazer isso? Simples: para seguirmos o exemplo de Asafe e, porque não dizer de Tomé, no Novo Testamento.
Quantos de nós estamos nas quatro paredes dos templos nos quais servimos, descontentes com tudo e todos e, muitas vezes atingimos a tudo e todos, quando o nosso verdadeiro descontentamento está com Deus! Com as promessas que, aos nossos olhos, não se cumprem! Com a realidade que não muda! Vem à minha mente agora uma experiência que vivi, ao enfrentar todos os sentimentos negativos e depressivos de um divórcio. Eu lavava o carro e ouvia a rádio e, passava uma canção que dizia que o choro poderia durar a noite inteira mas que a alegria viria pelo amanhecer e, quando eu terminei de ouvir esta parte, lancei ao chão o tinha nas mãos e gritei: chega nada! Toda noite choro e continuo chorando todas as manhãs! Após ter dito isso um profundo silêncio se fez dentro de mim e começou a passar, como que um filme, profundas experiências que tive com Deus, ao longo de minha vida e isso também me calou, deu-me alguma paz. Mas eu precisei gritar com Deus, naquele momento. Gritar com respeito e com cuidado, pra não tornar as coisas piores do que estavam. Meu problema não foi resolvido, a situação não mudou, mas aprendi que a verdadeira satisfação que alguém pode ter em viver, não está em ter ou possuir coisas ou pessoas, mas em desenvolver uma relação pessoal, intensa e profunda com Deus.
Com esta reflexão, fruto do Espírito Santo, desafio você, leitor deste blog, para uma vida mais profunda e intensa com Deus e, nesta relação, sermos, com Ele, os mais honestos possíveis, no que diz respeito às nossas responsabilidades, nesta relação. É isto que vejo em Asafe: um homem que teve a coragem de dizer a Deus quais eram realmente as suas desilusões. Vejo um homem que procurou na fonte resolver seus conflitos. Vejo em Asafe o exemplo de como deveríamos ser com Deus. E se assim procedermos compreenderemos bem mais rápido qual é a vontade de Deus.
Um grande abraço na paz maravilhosa do autor e consumador de nossa fé, Jesus Cristo, o Deus conosco!
Obras pesquisadas:
Bíblia Sagrada, várias traduções.
GARDNER, Paul. Quem é quem na Bíblia Sagrada. A história de todos os personagens da Bíblia.Editora Vida. ed. 2000. São Paulo, SP.
O Novo Comentário da Bíblia. Edição em 1 volume. Sociedade Religiosa Edições Vida Nova.
domingo, 1 de janeiro de 2012
"Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu. Eclesiastes 3:1
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
O Deserto e a Vida
Aprendendo com os desertos da vida!
Geograficamente o deserto é um lugar de difícil sobrevivência (inóspito, feras, temperaturas extremadas), por conta das suas características peculiares. Entretanto, do ponto-de-vista existencial, o deserto é um lugar necessário para a nossa sobrevivência espiritual. É no deserto que o povo de Deus sofre, mas é nele que o povo aprende a amar a Deus!
A guisa de introdução gostaria de citar algumas características dos desertos existenciais:
1- O deserto é uma experiência comum a todos nós. Até mesmo o Filho de Deus experimentou. Você e eu também experimentaremos os nossos desertos, pois ninguém fica sem um.
2- O Deserto não tem hora marcada. Isto é, ele pode aparecer a qualquer momento. Ele não vem coma aviso prévio. Pode, inclusive, aparecer após momentos de vitória e de experiências profundas com Deus! Foi assim com Jesus: após o batismo e todas as manifestações extraordinárias de Deus e do Espírito Santo, veio o deserto para Jesus.
3- O deserto é por tempo determinado. Pode parecer que não tem fim, mas é por tempo determinado. Mesmo porque Deus não permite que sejamos provados além das nossas forças.
4- Nosso deserto tem um propósito divino. Há um propósito no teu deserto. A provação vem para o nosso crescimento. O sofrimento vem para nos ensinar a sermos perseverantes. Como disse o apostolo Paulo aos Romanos: “a tribulação produz perseverança” (Rm 5:3 ).
O evento das águas amargas de Mara vem logo após a passagem pelo mar vermelho. O que respalda a nossa afirmação anterior, de que o deserto é imprevisível. Depois de grande euforia vem o deserto das águas amargas.
As águas amargas de Mara traziam no seu bojo doloridas recordações do Egito, a saber: quando Deus transformou a água em sangue. Assim, a impossibilidade do uso da água já fora realidade no Egito o que causava grandes sofrimentos: psicológicos e físicos, principalmente.
Todavia, Deus sabia o que estava fazendo. Mara não era um erro de trajetória, não era punição de Deus, Mara era momento de tratamento. O deserto existencial é hospital e universidade de Deus para nós. É Nele que Deus nos trata e nos ensina.
O que podemos aprender com essa experiência do povo de Israel:
I- É nos desertos da vida, o lugar que Deus nos cura.
No Egito Deus fere a água (Ex. 7:25 ), aqui Ele cura as águas. O Egito foi para o povo de Israel lugar de morte e de sofrimento, mas o deserto deveria ser lugar de cura.
1.1 Deus queria retirar o Egito do povo.
O povo já havia saído do Egito, mas existencialmente o Egito estava dentro deles. Na teologia de Paulo, encontramos a expressão “despojai-vos”, que nos remete ao entendimento deste processo de santificação que devemos corajosamente abraçar. Devemos retirar do nosso corpo as roupas do Egito: prostituição, impureza, mentiras, contendas, dissensões, facções…
1.2 Deus queria curar o povo do mal da projeção.
O povo murmura contra Moises. Quando o seu deserto chegar não acuse ninguém. Assuma a responsabilidade. Como diz o profeta Jeremias: “Do que se queixa o homem vivente, queixe-se cada um dos seus próprios pecados”.
1.3 Deus queria curar o povo do pecado da ingratidão.
Bastou as águas de Mara para o povo esquecer o milagre da passagem pelo mar vermelho. Três dias foram suficientes para o povo esquecer o que Deus havia feito. Espata-me como esquecemos rapidamente o que Deus já fez por nós. Deste modo, basta um novo deserto, uma nova dificuldade, para esquecermos o livramento que Deus nos proporcionou no deserto de ontem. O povo de Deus sofre da síndrome de Goodfield, ou seja, não conseguimos armazenar experiências recentes. Exemplo: Filme “Como se fosse a primeira vez”.
No Salmo 103:2 encontramos a seguinte oração: “Bendize ó minha alma ao Senhor, e não te esqueças de nenhum dos seus benefícios”. O salmista estava falando consigo mesmo. Exortando o seu próprio ser à não se esquecer da bondade de Deus.
II- É nos desertos da vida, o lugar que Deus nos dá responsabilidades.
O Deus que cura só pode ser vivenciado quando as condições de obediência são atendidas. Deste modo, a vida cristã é mais do que milagres, antes, fundamentalmente, é vida de obediência.
Não podemos nos esquecer de que as bênçãos de Deus não se recebe por decreto (positivismo filosófico), mas por obediência e disciplina.
Não fundamente a sua fé em milagres. Milagre é crer em Deus quando o milagre não vem.
O apostolo Paulo escrevendo aos irmãos filipenses, declarou: “E achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até a morte, e morte de cruz”. A obediência de Jesus ao projeto do pai foi integra e porque não dizer, radical.
No versículo 25 Deus exige compromisso do povo, pois em função da “murmuração” quem quiser seguir a caminhada tem a responsabilidade de comprometer-se com Deus.
O murmurador é alguém que não ouve. O murmurador só fala, só acusa, só vê erros. Nesta perspectiva, o murmurador não consegue ouvir a voz de Deus. Quando ouvimos a voz de Deus percebemos que o deserto é um privilégio dos que saíram do Egito.
III- É nos desertos da vida o lugar que Deus provê abundantemente.
O texto inicia com a falta e termina com abundância. Confirmando assim, que quando somos comprometidos com Deus em nossa caminhada de fé, mesmo que haja dificuldades, Deus sempre estará presente para nos abençoar.
Nos desertos percebemos que é nos grandes momentos de necessidade que Deus atende o seu povo em sofrimento, evidenciando o seu cuidado. Pois aonde Deus está pode haver dificuldades, mas nunca existirá padecimento.
No deserto ficamos na posição de dependência de Deus, e esse é o melhor lugar para se estar. No deserto aprendemos que o Deus que prova é o mesmo que provê. No deserto aprendemos que vida no seu sentido mais pleno é se alimentar de Deus! Como disse Jesus a satanás: “Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus”.
Finalizo esta reflexão mencionando sinteticamente as lições basilares dos desertos da vida:
1- Deus quer te aperfeiçoar.
2- Deus quer que você tenha uma melhor percepção da presença dele em sua vida.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Uma letra que me faz calar!!!
Ouvi esta canção e, embora a letra seja realmente bem simples ela consegue traduzir o que muitas vezes, não nos fazemos entender. Lembrou-me também o Salmo de número 139. Veja a letra desta canção que faz parte do Cd Novo Tempo do Felipão. A música tem por nome "Comigo"
FELIPÃO – COMIGO (cd Novo Tempo)
Se eu for ao deserto eu nunca estou só.
Se eu chorar escondido, eu nunca estou só
Se eu for perseguido, eu nunca estou só.
Pois eu tenho um amigo, que anda sempre comigo, comigo.
Deus está comigo, comigo
está, comigo.
Deus está comigo, comigo
está.
Os meus passos conhece vem me ensina a andar
Nos altos e os vales. Como a águia voar como a corsa suspirar
Quando a alma procurar uma ilha que se pensa ser a solução
Deus caminha comigo uma milha estou sentindo sua forte mão
Jorra fonte coração contrito alegria faz morada em mim
Se as lutas estão acirradas hoje eu vou cantar assim.
Comigo, Deus está comigo,
comigo está, comigo.
Deus está comigo, comigo
está.
Se eu for ao deserto eu nunca estou só.
Se eu chorar escondido, eu nunca estou só
Se eu for perseguido, eu nunca estou só.
Pois eu tenho um amigo, que anda sempre comigo, comigo.
Deus está comigo, comigo está,
Os meus passos conhece vem me ensina a andar
Nos altos e os vales. Como a águia voar como a corsa suspirar
Quando a alma procurar uma ilha que se pensa ser a solução
Deus caminha comigo uma milha estou sentindo sua forte mão
Jorra fonte coração contrito alegria faz morada em mim
se as lutas estão acirradas hoje eu vou cantar assim.
Comigo, Deus está comigo,
comigo está, comigo.
Deus está comigo, comigo
está. Comigo.
Deus está comigo, comigo está, comigo.
Deus está comigo, comigo está.
Se eu for ao deserto eu nunca estou só
Se eu chorar escondido, eu nunca estou só
Se eu for perseguido, eu nunca estou só
Pois eu tenho um amigo que anda sempre comigo. Comigo.
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