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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O Deserto e a Vida


Aprendendo com os desertos da vida!

Geograficamente o deserto é um lugar de difícil sobrevivência (inóspito, feras, temperaturas extremadas), por conta das suas características peculiares. Entretanto, do ponto-de-vista existencial, o deserto é um lugar necessário para a nossa sobrevivência espiritual. É no deserto que o povo de Deus sofre, mas é nele que o povo aprende a amar a Deus!
A guisa de introdução gostaria de citar algumas características dos desertos existenciais:
1- O deserto é uma experiência comum a todos nós. Até mesmo o Filho de Deus experimentou. Você e eu também experimentaremos os nossos desertos, pois ninguém fica sem um.
2- O Deserto não tem hora marcada. Isto é, ele pode aparecer a qualquer momento. Ele não vem coma aviso prévio. Pode, inclusive, aparecer após momentos de vitória e de experiências profundas com Deus! Foi assim com Jesus: após o batismo e todas as manifestações extraordinárias de Deus e do Espírito Santo, veio o deserto para Jesus.
3- O deserto é por tempo determinado. Pode parecer que não tem fim, mas é por tempo determinado. Mesmo porque Deus não permite que sejamos provados além das nossas forças.
4- Nosso deserto tem um propósito divino. Há um propósito no teu deserto. A provação vem para o nosso crescimento. O sofrimento vem para nos ensinar a sermos perseverantes. Como disse o apostolo Paulo aos Romanos: “a tribulação produz perseverança” (Rm 5:3 ).
O evento das águas amargas de Mara vem logo após a passagem pelo mar vermelho. O que respalda a nossa afirmação anterior, de que o deserto é imprevisível. Depois de grande euforia vem o deserto das águas amargas.
As águas amargas de Mara traziam no seu bojo doloridas recordações do Egito, a saber: quando Deus transformou a água em sangue. Assim, a impossibilidade do uso da água já fora realidade no Egito o que causava grandes sofrimentos: psicológicos e físicos, principalmente.
Todavia, Deus sabia o que estava fazendo. Mara não era um erro de trajetória, não era punição de Deus, Mara era momento de tratamento. O deserto existencial é hospital e universidade de Deus para nós. É Nele que Deus nos trata e nos ensina.
O que podemos aprender com essa experiência do povo de Israel:
I- É nos desertos da vida, o lugar que Deus nos cura.
No Egito Deus fere a água (Ex. 7:25 ), aqui Ele cura as águas. O Egito foi para o povo de Israel lugar de morte e de sofrimento, mas o deserto deveria ser lugar de cura.
1.1 Deus queria retirar o Egito do povo.
O povo já havia saído do Egito, mas existencialmente o Egito estava dentro deles. Na teologia de Paulo, encontramos a expressão “despojai-vos”, que nos remete ao entendimento deste processo de santificação que devemos corajosamente abraçar. Devemos retirar do nosso corpo as roupas do Egito: prostituição, impureza, mentiras, contendas, dissensões, facções…
1.2 Deus queria curar o povo do mal da projeção.
O povo murmura contra Moises. Quando o seu deserto chegar não acuse ninguém. Assuma a responsabilidade. Como diz o profeta Jeremias: “Do que se queixa o homem vivente, queixe-se cada um dos seus próprios pecados”.
1.3 Deus queria curar o povo do pecado da ingratidão.
Bastou as águas de Mara para o povo esquecer o milagre da passagem pelo mar vermelho. Três dias foram suficientes para o povo esquecer o que Deus havia feito. Espata-me como esquecemos rapidamente o que Deus já fez por nós. Deste modo, basta um novo deserto, uma nova dificuldade, para esquecermos o livramento que Deus nos proporcionou no deserto de ontem. O povo de Deus sofre da síndrome de Goodfield, ou seja, não conseguimos armazenar experiências recentes. Exemplo: Filme “Como se fosse a primeira vez”.
No Salmo 103:2  encontramos a seguinte oração: “Bendize ó minha alma ao Senhor, e não te esqueças de nenhum dos seus benefícios”. O salmista estava falando consigo mesmo. Exortando o seu próprio ser à não se esquecer da bondade de Deus.
II- É nos desertos da vida, o lugar que Deus nos dá responsabilidades.
O Deus que cura só pode ser vivenciado quando as condições de obediência são atendidas. Deste modo, a vida cristã é mais do que milagres, antes, fundamentalmente, é vida de obediência.
Não podemos nos esquecer de que as bênçãos de Deus não se recebe por decreto (positivismo filosófico), mas por obediência e disciplina.
Não fundamente a sua fé em milagres. Milagre é crer em Deus quando o milagre não vem.
O apostolo Paulo escrevendo aos irmãos filipenses, declarou: “E achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até a morte, e morte de cruz”. A obediência de Jesus ao projeto do pai foi integra e porque não dizer, radical.
No versículo 25  Deus exige compromisso do povo, pois em função da “murmuração” quem quiser seguir a caminhada tem a responsabilidade de comprometer-se com Deus.
O murmurador é alguém que não ouve. O murmurador só fala, só acusa, só vê erros. Nesta perspectiva, o murmurador não consegue ouvir a voz de Deus. Quando ouvimos a voz de Deus percebemos que o deserto é um privilégio dos que saíram do Egito.
III- É nos desertos da vida o lugar que Deus provê abundantemente.
O texto inicia com a falta e termina com abundância. Confirmando assim, que quando somos comprometidos com Deus em nossa caminhada de fé, mesmo que haja dificuldades, Deus sempre estará presente para nos abençoar.
Nos desertos percebemos que é nos grandes momentos de necessidade que Deus atende o seu povo em sofrimento, evidenciando o seu cuidado. Pois aonde Deus está pode haver dificuldades, mas nunca existirá padecimento.
No deserto ficamos na posição de dependência de Deus, e esse é o melhor lugar para se estar. No deserto aprendemos que o Deus que prova é o mesmo que provê. No deserto aprendemos que vida no seu sentido mais pleno é se alimentar de Deus! Como disse Jesus a satanás: “Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus”.
Finalizo esta reflexão mencionando sinteticamente as lições basilares dos desertos da vida:
1- Deus quer te aperfeiçoar.
2- Deus quer que você tenha uma melhor percepção da presença dele em sua vida.


sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Uma letra que me faz calar!!!

Ouvi esta canção e, embora a letra seja realmente bem simples ela consegue traduzir o que muitas vezes, não nos fazemos entender. Lembrou-me também o Salmo de número 139. Veja a letra desta canção que faz parte do Cd Novo Tempo do Felipão. A música tem por nome "Comigo"


FELIPÃO – COMIGO (cd Novo Tempo)
Se eu for ao deserto eu nunca estou só.
Se eu chorar escondido, eu nunca estou só
Se eu for perseguido, eu nunca estou só.
Pois eu tenho um amigo, que anda sempre comigo, comigo.

Deus está comigo, comigo está, comigo.
Deus está comigo, comigo está.

Os meus passos conhece vem me ensina a andar
Nos altos e os vales. Como a águia voar como a corsa suspirar
Quando a alma procurar uma ilha que se pensa ser a solução
Deus caminha comigo uma milha estou sentindo sua forte mão
Jorra fonte coração contrito alegria faz morada em mim
Se as lutas estão acirradas hoje eu vou cantar assim.

Comigo, Deus está comigo, comigo está, comigo.
Deus está comigo, comigo está.

Se eu for ao deserto eu nunca estou só.
Se eu chorar escondido, eu nunca estou só
Se eu for perseguido, eu nunca estou só.
Pois eu tenho um amigo, que anda sempre comigo, comigo.

Deus está comigo, comigo está,

Os meus passos conhece vem me ensina a andar
Nos altos e os vales. Como a águia voar como a corsa suspirar
Quando a alma procurar uma ilha que se pensa ser a solução
Deus caminha comigo uma milha estou sentindo sua forte mão
Jorra fonte coração contrito alegria faz morada em mim
se as lutas estão acirradas hoje eu vou cantar assim.

Comigo, Deus está comigo, comigo está, comigo.
Deus está comigo, comigo está. Comigo.

Deus está comigo, comigo está, comigo.
Deus está comigo, comigo está.

Se eu for ao deserto eu nunca estou só
Se eu chorar escondido, eu nunca estou só
Se eu for perseguido, eu nunca estou só
Pois eu tenho um amigo que anda sempre comigo. Comigo.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Evangélicos: quantos somos no Brasil?


Quantos são os evangélicos no Brasil?

Para uns somos 20,2%, ou cerca de 40 milhões de pessoas. Outros falam em 51,1 milhões. Os mais otimistas falam que em 2020 seremos mais da metade da população, ou cerca de 105 milhões de almas.
Por Marcos Stefano
A velha máxima de que os números não mentem pode estar com os dias contados. Pelo menos, no que diz respeito a estatísticas sobre religião no Brasil. Contrariando as últimas pesquisas sobre a fé no país, que apontam os evangélicos como sendo 20,2% da população – ou menos de 40 milhões de pessoas –, diversas denominações apostam em um panorama mais otimista, no qual os crentes já seriam atualmente 51,1 milhões. Dizem mais: que, caso se mantenham as atuais taxas de crescimento do segmento cristão evangélico, os crentes em Jesus serão, já em 2020, mais da metade da população brasileira, o que equivaleria a 105 milhões de almas. Números evangelásticos (termo cunhado para se referir aos constantes exageros dos crentes) à parte,o certo é que organizações que se dedicam a estatísticas religiosas trabalham com números que apontam uma maioria religiosa protestante no Brasil em apenas dez anos.
O cálculo é feito por organizações como o Departamento de Pesquisas da Sepal (Servindo Pastores e Líderes) e o Ministério Apoio com Informação (MAI), levando em conta a taxa de crescimento que os evangélicos tiveram nas últimas décadas, sobretudo a de 1990. As projeções têm como ponto de partida os Censos periódicos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pelo levantamento de 1991, por exemplo, sabe-se que os evangélicos eram 13 milhões naquele tempo, ou 8,9% da população brasileira. Nove anos depois, em 2000, já haviam dobrado de tamanho, passando a ser 26, 1 milhões, 15,45%. “Se o crescimento anual se mantiver nesses patamares, de cerca de 7,4% ao ano, poderemos ter, sim, mais de 50% da população brasileira composta por evangélicos”, aponta o pastor Luis André Bruneto, ligado ao Departamento de Pesquisas da Sepal. “Tudo bem que a tendência mais para frente é que esse aumento venha a se estabilizar. Mas, levando-se em conta a taxa de crescimento anual dos evangélicos, que é mais de três vezes o da população do país em geral, podemos dizer que hoje um em cada quatro brasileiros é protestante”, confirma a matemática Eunice Zillner, do MAI.
Em relação às disparidades de números com um dos últimos levantamentos feitos, o Mapa das Religiões da Fundação Getúlio Vargas (FGV), baseado nos dados da Pesquisa de Orçamento Familiar do IBGE, Bruneto aponta que essa classificação pode ser imprecisa. O estudo destaca uma estabilidade do crescimento pentecostal, que fica em 12% do total da população, um pequeno crescimento das denominações históricas, que passam de 5,39% para 7,47%, e um forte aumento daqueles que se dizem evangélicos, mas não estão em nenhuma denominação específica. “Essas nuances já eram esperadas quando comparadas as mesmas curvas estatísticas entre os censos de 1980 e 2000. Por outro lado, o Mapa das Religiões coloca as quase 200 classificações batistas como ‘históricas’, quando a maioria desse grupo deveria ser classificada como ‘pentecostal’. Em contrapartida, a Universal do Reino de Deus, que sofre grande concorrência, é tida também como ‘pentecostal’ – mesmo grupo no qual foram incluídas as Testemunhas de Jeová no estudo”, critica.
Apesar deste e outros notáveis equívocos, o Mapa das Religiões também confirma o que diversos estudiosos do fenômeno religioso brasileiro já vinham falando: o crescimento econômico e as melhores condições sociais e educacionais no Brasil favoreceriam uma migração de fiéis para igrejas históricas, conhecidas pelo ensino bíblico mais profundo e pela organização eclesiástica que favorece maior participação dos membros, inclusive em termos administrativos. Já o aumento explosivo dos evangélicos, hora ou outra, acabaria levando a um processo de secularização, com o surgimento de crentes apenas “nominais”. Ou seja, é gente que se identifica como protestante por ter nascido ou feito parte de uma denominação, mas agora não frequenta mais a igreja.

PADRÕES HISTÓRICOS
Tais nuances fazem com que muita gente fique com a pulga atrás da orelha com previsões muito otimistas neste aspecto. Mesmo trabalhando com os números, o próprio Bruneto é um que recomenda cautela. “Não se tratam de dados reais. São apenas projeções e perigosas”, observa. Como se está lidando com pessoas, e não com uma ciência exata, é bom deixar claro que a dinâmica populacional é muito intensa e que disparidades e mudanças dificultam a concretização de muitas previsões. Um bom exemplo é o surgimento do secularismo e a queda do crescimento de qualquer religião, comuns após a terceira ou quarta gerações dos convertidos. Exemplo disso acontece na Região Sul, justamente onde aportaram os luteranos, primeiros protestantes a chegarem ao Brasil como grupo organizado, a partir de 1824, com a imigração germânica. No Rio Grande do Sul, é possível encontrar a cidade mais evangélica do Brasil, Quinze de Novembro, com 80,4% de crentes, a apenas 20 quilômetros de uma das menos evangélicas, Alto Alegre, com 0,28% de protestantes. Outro caso é Timbó, em Santa Catarina. Lá, a Igreja Luterana tem mais de 15 mil membros, mas apenas 40 pessoas participam de seus cultos a cada domingo.
“Não existem estudos sérios e estatísticas confiáveis que nos permitam acreditar que o Brasil terá maioria evangélica em uma década”, sentencia o sociólogo Paul Freston, professor catedrático de religião e política na Wilfrid Laurier University, no Canadá, e colaborador na pós-graduação em sociologia na Universidade Federal de São Carlos (SP). Ele defende que, para fazer uma conta mais próxima da realidade, é necessário considerar os padrões históricos de crescimento dos evangélicos a partir dos anos 1950 e não somente na década de 90, quando houve um “pulo”. “Tempos atrás, também falaram que alguns países da América Central teriam a maior de parte de suas populações composta por evangélicos ainda antes da virada do milênio. Claro, isso não se confirmou. Se uma religião avança, outras respondem para frear a perda de fieis”, argumenta o estudioso.
Freston, que é evangélico, diz que já foi considerado um homem sem fé por causa de suas posições mais conservadoras, mas prefere optar por estimativas que considera mais realistas. “Se o crescimento não continuar tão acelerado, os evangélicos terão fracassado? De forma alguma”, ressalva. “A se confirmar o maior crescimento dos tradicionais, devemos levar em conta que, durante 25 anos, pentecostais e neopentecostais estiveram na linha de frente do avanço evangélico no Brasil. Mas essa perda de vigor também precisa ser melhor analisada. O processo pode mostrar uma perda de capacidade de diálogo dos evangélicos com a sociedade. E isso pode trazer consequências ruins a longo prazo”, alerta. Até a divulgação dos números definitivos do Censo 2010, que se promete para o ano que vem – e mesmo depois disso, já que eles parecem tão inconclusivos –, muita água vai correr sob essa ponte.


terça-feira, 25 de outubro de 2011

Cantando o Salmo 51 - Linda canção!!!!


Bate-seba
Igreja Batista Gêtsemani

Ó Deus, dá-me o perdão por causa do teu amor
Tira essa terrível dor que o meu pecado causou
Pela tua misericórdia limpa-me completamente
pega toda minha culpa e leva na cruz.
Jesus

Reconheço que errei vergonhosamente
E que nunca aprovou o que eu fiz
Os meus erros me perseguem dia e noite
Eu quero perdão como nunca quis

Cria em mim, óh Deus, um coração de adorador
Louco de amor pelo Senhor
Livre da culpa e da dor
E traz de volta, óh Deus, a alegria de cantar
e a salvação vou festejar, pra sempre e sempre...
Perdão


Deus, cuida de mim,
Jesus é o meu bom pastor...
Deixou as 99(ovelhas)e para o aprisco buscou
e com tanta misericórdia erga-me novamente
pega toda a minha
culpa e leva
na cruz...Jesus

sábado, 15 de outubro de 2011

Feliz dia do Professor!!!!


Hoje quero parabenizar todos os meus colegas professores pela passagem de nosso dia. Sei que precisamos ainda de muitas conquistas e, que ensino com qualidade não pode ser efetivado se não passar pela valorização do professor sobretudo na questão dos seus vencimentos (salários). Me vem à mente um trecho de uma canção interpretada por Zé CArlos por nome Pai do Céu em que ele canta: "Pai do céu, me disseram que o mundo é uma escola e eu venho pedir-te agora, me ajuda, me ajuda a fazer a lição(...)".Que Deus nos ilumine sempre e continuamente em nossa missão de ensinarmos e formamos a opinião de tantos que passam por nossas vidas em nossos locais de trabalho. E que nós também, com a ajuda do Espírito Santo de Deus saibamos honesta e moralmente fazer nossas lições pessoais.
Um grande abraço.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Quando a Palavra cala a alma e aquieta o espírito.

            

               Esta semana, pra ser bem específico terça feira, fui ao culto fúnebre de meu tio ANTONIO FERREIRA SOARES, cerimônia realizada no templo da Igreja Batista da Tabuleta. E em meio a todos os sentimentos que ali experimentei fui levado a alguns pensamentos que quero compartilhar aqui. Há verdades espirituais que calam nossos corações e, em especial fui lembrado do texto no evangelho de João capítulo 14.1,2 quando diz: "Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar". Naquela ocasião olhando o corpo de meu tio inerte pude então, tomando a liberdade de  parafrasear este texto, dizer: Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há menos uma morada (grifo meu). Lembrei-me também do hino 108 CC “A última chamada”, quando diz:"Quando Cristo sua trombeta lá do céu mandar tocar. Quando o dia mui glorioso lá romper. E aos remidos desta terra meu Jesus se incorporar. E fizer-se então chamada lá estarei". Imaginei meu tio se apresentando ao supremo general, como bom soldado que foi, batendo continência e dizendo: soldado ANTONIO FERREIRA SOARES se apresentando a tropa general! E o General ao passar em revista à tropa dizer ao meu tio: "(...) Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor". Confesso que nesta hora me enchi de muito orgulho em só pensar nisto.  Ainda assim meu coração trabalhando próximo à minha razão me fez lembrar de uma música maravilhosa do Grupo Logos, que muitas vezes cantei: Autor da Minha Fé. Na segunda estrofe desta música diz: "Ó Pai eu, queria tanto ouvir o som que vai abrir o encontro triunfal, rever amigos que um dia em Cristo foram feitos meus irmãos, e agora sim, podemos dar as mãos, pois temos todos um, somente um, um só Senhor". Imaginei-me reencontrando meu tio (qualquer discussão teológica deixemos pra outro momento sobre este assunto) e nesse reencontro um verso bíblico veio muito fortemente: "E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas".(Apocalipse 21:4). Como me foi bom relembrar que Deus enxugará nossas lágrimas. aquelas lágrimas mesmo que derramávamos ali como sinal de saudade daquele ente querido que descansava no Senhor, Deus as enxugará!!! Aleluia!!! Crês tu nisto?
                  Um forte e cativante abraço.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Terapia do Elogio

Vi este texto e, após fazer minhas reflexões o compartilho com vocês. Boa leitura, ótimas reflexões e, um grande abraço.

TERAPIA DO ELOGIO

Renomados terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram uma recente pesquisa onde nota-se que os membros das famílias brasileiras estão cada vez mais frios: Não existe mais carinho, não valorizam mais as qualidades e só se ouvem críticas.  As pessoas estão cada vez mais intolerantes e se desgastam ‘valorizando os defeitos’ dos outros.

Com certeza este é um dos motivos que fazem com que os relacionamentos de hoje não duram.

A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias de média e alta renda. Não vemos mais homens elogiando suas mulheres ou vice-versa, não vemos chefes elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos se elogiando; amigos, etc.

Só vemos pessoas fúteis valorizando artistas, cantores, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por conseqüência são pessoas que tem a obrigação de cuidar do corpo, do rosto.

Essa ausência de elogio tem afetado muito as famílias.

A falta de diálogo em seus lares, o excesso de orgulho impede que as pessoas digam o que sentem e levam essa carência para dentro dos consultórios. Acabam com seus casamentos, acabam procurando em outras pessoas o que não conseguem dentro de casa.

Vamos começar a valorizar nossas famílias, amigos, alunos, subordinados. Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza de nossos parceiros ou nossas parceiras, o comportamento de nossos filhos.

Vamos observar o que as pessoas gostam. O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho gosta de ser reconhecido, o bom pai ou a boa mãe gostam de ser reconhecidos, o bom amigo quer se sentir querido, a boa dona de casa valorizada, a mulher que se cuida, o homem que se cuida, enfim vivemos numa sociedade em que um precisa do outro; é impossível um homem viver sozinho, e os elogios são a motivação na vida de qualquer pessoa.

Quantas pessoas você poderá fazer feliz hoje elogiando de alguma forma?

Comece agora!
Arthur Nogueira (Psicólogo)

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

IGREJA OU CLUBE?


Ví esse vídeo e achei bem interessante e apropriado aos cristãos de hoje. A resposta, caberá a cada um de nós individualmente. Um grande abrço.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Café da manhã no McDonald's


Esta é uma bela história e é também uma história real, por favor, leia-a até o fim! (Após o final da história, alguns fatos bastante interessantes!) 
Sou mãe de três crianças (14, 12 e 3 anos) e recentemente terminei a minha faculdade. A última aula que assisti foi de sociologia... O professor dava as aulas de uma maneira inspiradora, de uma maneira que eu gostaria que todos os seres humanos também pudessem ser. O último projeto do curso era simplesmente chamado "Sorrir"... A classe foi orientada a sair e sorrir para três estranhos e documentar suas reações... Sou uma pessoa bastante amigável e normalmente sorrio para todos e digo oi de qualquer forma. Então, achei que isto seria muito tranquilo para mim... Após o trabalho ser passado para nós, fui com meu marido e o mais novo de meus filhos numa manhã fria de Março ao McDonald's. 
Foi apenas uma maneira de passarmos um tempo agradável com o nosso filho... Estávamos esperando na fila para sermos atendidos, quando de repente todos a nosso redor começaram a ir para trás, e então o meu marido também fez o mesmo... Não me movi um centímetro... Um sentimento arrebatador de pânico tomou conta de mim, e me virei para ver a razão pela qual todos se afastaram... Quando me virei, senti um cheiro muito forte de uma pessoa que não toma banho há muitos dias, e lá estava na fila dois pobres sem-teto. 
Quando eu olhei ao pobre coitado, próximo a mim, ele estava "sorrindo"... Seus olhos azuis estavam cheios da Luz de Deus, pois ele estava buscando apenas aceitação... Ele disse, Bom dia!, enquanto contava as poucas moedas que ele tinha amealhado... O segundo homem tremia suas mãos, e ficou atrás de seu amigo... Eu percebi que o segundo homem tinha problemas mentais e o senhor de olhos azuis era sua salvação.. Eu segurei minhas lágrimas, enquanto estava lá, parada, olhando para os dois... A jovem mulher no balcão perguntou-os o que eles queriam... Ele disse, "Café já está bom, por favor...", pois era tudo o que eles podiam comprar com as poucas moedas que possuiam... (Se eles quisessem apenas se sentar no restaurante para se esquentar naquela fria manhã de março, deveriam comprar algo. Ele apenas queria se esquentar)... Então eu realmente sucumbi àquele momento, quase abraçando o pequeno senhor de olhos azuis... Foi aí que notei que todos os olhos no restaurante estavam sobre mim, julgando cada pequena ação minha... Eu sorri e pedi à moça no balcão que me desse mais duas refeições de café da manhã em uma bandeja separada... Então, olhei em volta e vi a mesa em que os dois homens se sentaram para descansar... Coloquei a bandeja na mesa e coloquei minha mão sobre a mão do senhor de olhos azuis... Ele olhou para mim, com lágrimas nos olhos e me disse, "Obrigado!!" Eu me inclinei, acariciei sua mão e disse "Não fui eu quem fiz isto por você, Deus está aqui trabalhando através de mim para dar a você esperança!!" Comecei a chorar enquanto me afastava deles para sentar com meu marido e meu filho... Quando eu me sentei, meu marido sorriu para mim 
e me disse, "Esta é a razão pela qual Deus me deu você, querida, para que eu pudesse ter esperança!!"... Seguramos nossas mãos por um momento, e sabíamos que pudemos dar os outros hoje algo pois Deus nos tem dado muito..... Nós não vamos muito à Igreja, porém acreditamos em Deus... Aquele dia, me foi mostrada a Luz do Doce Amor de Deus... Retornei à aula na faculdade, na última noite de aula, com esta 
história em minhas mãos. Eu entreguei "meu projeto" ao professor e ele o leu... E então, ele me perguntou: "Posso dividir isto com a classe?" Eu consenti enquanto ele chamava a atenção da classe para o assunto... Ele começou a ler o projeto para a classe e aí percebi que como seres humanos e como partes de Deus nós dividimos esta necessidade de curarmos pessoas e de sermos curados... Do meu jeito, eu consegui tocar algumas pessoas no McDonald's, meu filho e o professor, e cada alma que dividia a classe comigo na última noite que passei como estudante universitária... Eu me graduei com uma das maiores lições que certamente aprenderei: 
ACEITAÇÃO INCONDICIONAL.

Que muito amor e muita compaixão seja enviada a todos que lerem esta mensagem e aprenderem a: 

AMAR AS PESSOAS E USAR AS COISAS
E NÃO AMAR AS COISAS E USAR AS PESSOAS...

Deus dá a cada pássaro seu alimento, mas Ele não joga nenhum alimento em seus ninhos...
  
Autoria Desconhecida